Máquinas caça-níqueis ‘vazias’: as hienas desmascaram o golpe (VÍDEO)

Durante três anos, Le Iene falou sobre a suposta atividade fraudulenta de um homem: ele supostamente invadiu milhares de máquinas caça-níqueis em toda a Itália com vários computadores e senhas, inclusive quando estavam prestes a liberar ganhos. Naquela época, seus homens ou quem ele pudesse reunir. Agora ele teria “crescido”, ganhando até 50.000 euros por mês. Luigi Pelazza explica o sistema, até que a Guardia di Finanza intervém.

Veja o vídeo:
https://www.iene.mediaset.it/video/furbetto-slot-machine_1116551.shtml

Os financiadores do Comando Provincial de Pesaro, no âmbito de uma operação de polícia judiciária, identificaram um verdadeiro laboratório de informática numa casa situada num município da província de Pesaro-Urbino de onde um homem de 36 anos controlava os ganhos da slot máquinas em toda a Itália, graças a senhas adquiridas ilegalmente.

O homem, através das senhas acima mencionadas, acessou o portal de algumas empresas concessionárias que fornecem máquinas caça-níqueis para as diferentes instalações localizadas em vários pontos do território nacional e pôde conhecer o “fim de ciclo” dos diferentes dispositivos, ou seja, dizer o momento em que teria sido uma vitória. Desta forma, tendo conhecimento do dispositivo que teria dado o ganho, bem como do tempo e local onde ele poderia tê-lo resgatado, o homem diretamente ou através de outros sujeitos sob “suas dependências” foi ao local e utilizou o máquinas caça-níqueis como caixas automáticos reais, o que resultou imediatamente na impossibilidade de os demais sujeitos obterem qualquer ganho em dinheiro.

A investigação detalhada, que ainda está em andamento, identificou alguns elementos importantes em apoio à hipótese de acesso não autorizado a sistemas informáticos e fraudes informáticas. De fato, em sua casa no sótão, foram identificados mais de 40 computadores pessoais, entre laptops e desktops, todos conectados à rede, de onde eram controladas as máquinas caça-níqueis localizadas em diferentes regiões da Itália.

Todo o material, devidamente catalogado e protegido, com o auxílio de um consultor técnico de informática especialmente designado, foi apreendido para outras atividades investigativas. Smartphones usados ​​por humanos, também usados ​​para a prática de atividades ilegais, também foram apreendidos. A operação faz parte do quadro mais amplo da ação da Guardia di Finanza contra crimes cometidos por fraude, para proteger o cidadão

Cooper Averille

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