“Copa do Mundo e formatura do ensino médio” Um verão cheio de força para Giada Luppi – Esporte

por Alessandro Gallo

Há um ano no telhado do mundo, em Assunção, Paraguai. Giada Luppi, de 19 anos, continua a crescer e a surpreender: em Parades, Portugal, venceu a segunda fase do Mundial.

Será um verão quente para Giada, que deve alinhar o ensino médio, campeonatos italianos e, com base neles, campeonatos europeus e até mundiais. Muita carne na brasa para uma menina que encanta de patins e com a voz. Sim, porque além de patinação artística e de estudar na Agraria, Giada também é cantora e compositora.

Giada, ela está pronta?

“Voltei da Copa do Mundo. Estou um pouco cansado”.

Atrás da esquina…

“Há também o bac, nos dias 22 e 23 de junho. Italiano o primeiro teste, Economia o segundo”.

Mais maturidade ou um campeonato mundial?

“Eu acho que o mundo”.

Após a formatura?

“Gostaria de continuar, mas mudando de endereço. Algo relacionado ao mundo da música”.

Escreva letras ou…

“Tudo. Palavras e música”.

Ídolos ou benchmarks?

“Calcutá e Frah Quintale, gosto muito de indy. Depois Bruno Mars e Alicia Keys. E tipo, voz, inacessível, Whitney Houston”.

Tenso?

“Vai ser um verão estressante. Tenho que manter o foco nos meus objetivos”.

Você esperava sucesso na Copa do Mundo?

“Saí calmo, sabendo que havia trabalhado duro. Há alguns anos, talvez, o resultado final tenha sido a angústia. Agora não.”

Por quê?

“Cresci, amadureci. Agora estou mais focado em mim mesmo. Quando participo de um evento, o objetivo não é vencer, embora obviamente não me importe com isso, mas dar o melhor de mim. O resto vem como um resultado.”

O sucesso em Portugal deu-lhe uma grande satisfação, não foi?

“Sim, por um motivo simples. Desta vez não fiz apenas o trabalho de atleta, mas também cuidei da coreografia. Estou feliz que tudo tenha corrido bem.”

Muitas vitórias, mas também muitos sacrifícios.

“Moro em Crespellano, meu clube é o centro esportivo Primavera di Calenzano. Três vezes por semana vou e volto. Depois treino em Casalecchio com minha mãe, Sabrina Mazzetti”.

Muitos sacrifícios até o tricolor de Ponte di Legno. Então?

“Exatamente, no início de julho, haverá os tricolores. E, dependendo dos resultados que eu obtiver, pode haver o Europeu ou o Mundial, em meados de agosto, na Alemanha. Mas primeiro, não vamos não esqueça, vai ter o vestibular. Tem tanta coisa pra estudar”.

Cooper Averille

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